Prefeito regional quer transformar Parelheiros em um grande polo de turismo

Biskamp acredita que fomentar o turismo é uma forma de gerar empregos de qualidade na região.

Apesar de legalizadas, rádios comunitárias ainda buscam alternativas para sobreviver

De acordo com a regulamentação do serviço de radiodifusão comunitária, de 1998, as emissoras com esse caráter devem servir, entre outras funções, para dar “oportunidade à difusão de ideias, elementos de cultura, tradições e hábitos sociais da comunidade”. Quase 20 anos depois, com dificuldades para se manter, algumas das 34 emissoras presentes na capital paulista acabam não desenvolvendo trabalhos em prol da comunidade onde operam. Um dos motivos é a falta de verba para mantê-las.

Plataforma registra mais de 720 ocupações irregulares na capital paulista

Uma das maiores ocupações da capital, a Água Espraiada possui dezenas de favelas e passa por diferentes distritos, como Itaim Bibi, na zona oeste, Campo Belo e Jabaquara, na zona sul. Segundo Karina Leitão, professora da FAU USP, e uma das coordenadoras do Observatório de Remoções, as ocupações da Água Espraiada estão em uma área de 9 km de extensão. Além disso, calcula-se que haja na região, 8.500 famílias sob ameaça de remoção.

Roberto Marinho é o maior desafio de Santo Amaro, segundo prefeito regional

A via enfrenta problemas com a presença de usuários de drogas e moradores de rua, que migraram para o local com a construção do monotrilho no meio dela.

Distância de teatros é problema para moradores da periferia da zona sul

Quanto mais longe o bairro é da região central, mais difícil é o acesso à cultura. Campo Limpo é uma das piores regiões da zona sul em quantidade de teatros

Tratamento da polícia a jovens é pior na zona sul, aponta pesquisa Ibope

A região sul da cidade de São Paulo tem a pior nota quando o assunto é o tratamento dos policiais aos jovens. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) em parceria com a Rede Nossa São Paulo, a zona sul paulistana foi avaliada com nota 3,1, em uma escala que vai de 1 a 10. A pesquisa entrevistou 1001 pessoas entre os dias 8 de dezembro de 2016 e 4 de janeiro de 2017.

Falta de luz já faz parte da rotina de quem vive na Ilha do Bororé

Era 31 de dezembro, último dia de 2016, quando o Grajaú ficou sem energia elétrica no período da tarde e a escuridão tomou conta de várias das festas de Réveillon. A situação só se normalizou por volta das 3h da manhã do primeiro dia de 2017, exceto na Ilha Bororé, um dos bairros do distrito da zona sul. Por lá, a luz só voltou no fim da noite do dia 2/1. O fato não foi uma exclusividade. Moradores reclamam há anos da constante falta de energia elétrica na região.

“O imigrante tem as marcas das saudades”, diz conselheiro boliviano

Era tarde e uma forte chuva de verão caía sobre São Paulo, quando Samuel Dany Añez, 37, recebeu o 32xSP em seu local de trabalho para um bate-papo sobre imigração e sobre a própria trajetória de vida. Há oito anos, o boliviano reside na capital paulista e há três é conselheiro participativo do Jabaquara, na zona sul da cidade.