Apesar de legalizadas, rádios comunitárias ainda buscam alternativas para sobreviver

De acordo com a regulamentação do serviço de radiodifusão comunitária, de 1998, as emissoras com esse caráter devem servir, entre outras funções, para dar “oportunidade à difusão de ideias, elementos de cultura, tradições e hábitos sociais da comunidade”. Quase 20 anos depois, com dificuldades para se manter, algumas das 34 emissoras presentes na capital paulista acabam não desenvolvendo trabalhos em prol da comunidade onde operam. Um dos motivos é a falta de verba para mantê-las.